Gato escondido com rabo de fora

Archive for the ‘Tecnologia Educativa’ Category

INTERACTiC 2.0

Posted by Carlos Vaz em Janeiro 30, 2008

 

 

NING é uma plataforma de redes sociais bastante poderosa, onde cada comunidade criada tem direito a uma URL própria. Apresenta algumas características semelhantes a outras plataformas de redes sociais (HI5, ORKUT, …), mas a integração e personalização das suas funcionalidades (como o blogue, o fórum, as páginas pessoais dos membros da comunidade/rede, vídeo, fotos, a que se juntam uma série de suplementos [widgets]), torna-a bastante popular, nomeadamente entre a comunidade académica (há dias, ouvi na rádio que a NING era uma espécie de Hi5 para intelectuais…).

“O INTERACTiC 2.0 – Escola Com Tic Social aproveita as potencialidades de múltiplas ferramentas colaborativas disponíveis na Internet para juntar pessoas capazes de reflectir sobre a Educação, metodologias de ensino e aprendizagem com recurso às TIC.”

A rede  INTERACTiC 2.0 – Escola Com Tic Social conta com variados grupos relacionados com a integração das TIC em contexto educativo. Apresenta a mais-valia de ser, essencialmente, constituída por professores que vivenciam os desafios que o ensino vai experimentando com a introdução de novos instrumentos e metodologias.

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“We know what we know because we interact with technology”

Posted by Carlos Vaz em Novembro 12, 2007

Does technology really serve as a key for “better” education?
Education does not necessarily become ‘better’ in any general sense. The role and function of education changes in the world of digital media. Schools were designed when we lived in a world of little information, and it was the job of schools to present students with such information. Today, the situation is very different. We are overwhelmed by information, and the skills we need to develop have to do with being able to decide what is relevant and not, what is trustworthy and so on. To be successful, schools must focus on the skills which people need as citizens. These are not the same as those of yesterday. Information literacy is much more complex and demanding than traditional textbook literacy.

So what impact do you think digital technology has had? How has it affected the way we learn?
Digital technology has a range of effects on how we learn, remember and organise information. For instance, digital technology makes it easy to store a multitude of information in a variety of formats. The problem is knowing what information is relevant and useful for different purposes. Thus, we must learn how to organise information and how to navigate the online resources (data bases and such) that we have available to us.
A second manner in which our learning is transformed is that we have access to a wide range of tools to support us, like calculators, word processors or design programs. In various professions we can see how these have transformed daily activities: scanners in hospitals, software for bookkeeping, interactive maps etc. This implies that we know what we know because we interact with technology.

Roger Säljö

Fonte: http://www.noe-kaleidoscope.org/pub/lastnews/default-0-read1873-display

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Plano Tecnológico da Educação – I

Posted by Carlos Vaz em Setembro 19, 2007

Resolução do Conselho de Ministros n.º 137/2007, D.R. n.º 180, Série I de 2007-09-18
Presidência do Conselho de Ministros
Aprova o Plano Tecnológico da Educação

Objectivos europeus e nacionais para a modernização na educação (fonte)

O  Plano Tecnológico da Educação foi regulamentado. É um documento extenso, com bastante informação geral acerca dos eixos de desenvolvimento do plano. Sendo optimista, gostaria que todos os objectivos e projectos enunciados fossem levados avante. No entanto, a prática leva-me a crer que muitas das intenções anunciadas ficarão aquém das expectativas que se poderão criar com a leitura deste documento.

Em próximas entradas, colocar-se-ão imagens dos quadros que acompanham o documento.

No quadro apresentado, vislumbram-se já eixos fundamentais do plano: tecnologia, conteúdos e formação.

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Contribuições I

Posted by Carlos Vaz em Julho 11, 2006

Comentário publicado em “INTERACT quadros interactivos na sala de aula”, em 3-6-2006.

Ver contexto aqui.

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A oportunidade de reunião para debater a utilização de quadros interactivos em contexto educativo é bastante bem-vinda.
Tendo em atenção que o programa que se apresenta é provisório, atrevo-me a sugerir algumas linhas para o “Encontro de Reflexão”.

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A emergência de novos meios tecnológicos num contexto educativo deverá conduzir a uma modificação nos métodos de ensino. Se as tecnologias mudam (a evolução do quadro preto para o quadro interactivo é apenas um exemplo), os métodos também devem evoluir.
Os métodos estandardizados, homogéneos, tradicionais, poderão ser adaptados? Ou terá que existir uma inovação tal, que as metodologias terão de ser totalmente novos?


É certo que as exigências variam em função do nível de ensino que se lecciona, do mesmo modo que os processos de transmissão da aprendizagem. Assim, qual é o papel do professor nos diversos contextos? Muito em voga, a perspectiva construtivista coloca o professor como um facilitador da aprendizagem, alguém que deve orientar o aluno num determinado percurso, de modo a que ele construa o seu próprio saber. O uso dos quadros interactivos poderá tender a mudar os papéis de professor e alunos: o professor passa de um transmissor de conhecimento para um desencadeador de aprendizagem, disponibilizando meios, recursos para que aconteça. Numa aula em que se utilize o quadro interactivo, esta perspectiva é, em minha opinião, aquela que melhor se adequa, devido à interacção que este instrumento proporciona. Quais as melhores estratégias de interacção numa aula com quadro interactivo? É preciso notar, que, encontrar boas estratégias de interacção em turmas com elevado número de alunos é algo que não é fácil, pois a frequência com que cada aluno poderá trabalhar com o quadro não é elevada, o que poderá causar frustração a alguns alunos. Além disso, parece-me que, à medida que se avança nos níveis escolares, maior será a dificuldade em motivar os discentes com actividades interactivas, da mesma forma que é mais árduo conceber actividades que os motivem.


Outro aspecto relativo a esta tecnologia é a própria tecnologia. De facto, nos dias que correm, muitos dos nossos alunos já têm grandes conhecimentos tecnológicos, pois estão habituados a estarem ligados à Internet, a participarem em salas de conversa virtuais, a jogarem no computador. Isto ainda não é generalizado, mas caminhamos a passos largos para sermos ultrapassados pelos nossos alunos no que respeita a determinados conhecimentos tecnológicos. O desafio que se nos coloca é: o que fazer para acompanhar as inovações e utilizá-las na nossa actividade de professores? No caso concreto dos quadros interactivos, que vêm acompanhados de aplicações específicas, o que poderemos fazer para tirarmos o máximo partido das suas funcionalidades? Será que, sozinhos, conseguiremos rentabilizar totalmente as tecnologias que nos são postas à disposição? A meu ver, tal só será possível com um eficaz trabalho cooperativo, com uma comunidade bem estruturada e homogénea, motivada. Acho que será algo a ter em conta nas planificações e distribuição de serviço para o próximo ano lectivo…

Penso que o encontro que se programa constituirá, assim, uma oportunidade para não só apresentar as mais-valias desta tecnologia, mas também as limitações que a utilização da mesma poderá causar, e as estratégias que poderão ser adoptadas para ultrapassar essas limitações.

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