Gato escondido com rabo de fora

Archive for the ‘Lazer’ Category

Lakmé – Léo Delibes

Posted by Carlos Vaz em Janeiro 21, 2008

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Verdi – Traviata – Choeur Bohémiens

Posted by Carlos Vaz em Janeiro 21, 2008

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In Rainbows

Posted by Carlos Vaz em Outubro 17, 2007

Desde a semana passada, é possível obter através da Internet o novo álbum dos Radiohead.

Nada de extraordinário, uma vez que o download de conteúdos multimédia é algo de banal. No entanto, este álbum dos Radiohead é lançado na rede alguns meses antes do seu lançamento oficial, e tal é feito de forma ilegal: é a própria banda, numa estratégia de marketing, que o disponibiliza para download.

E quanto temos de pagar por isso? Nada, se assim o desejarmos. Após o processo de registo, somos confrontados com a opção de escolhermos o valor a pagar pelo trabalho. E podemos não pagar nada…

Poderá parecer estranho, quando a indústria da música se insurge constantemente contra o download (ilegal/”gratuito”) através da Internet. Poderá não parecer tão estranho quando nos recordamos de campanhas semelhantes, como a de Prince, que ofereceu o seu último álbum juntamente com um jornal britânico. Como consequência, conseguiu agendar 21 concertos seguidos (!!!) em Londres. Ou os The Smashing Pumpkins, com Machina II/The Friends & Enemies of Modern Music, de 2000, disponibilizado pela banda gratuitamente na Internet.

Para ir até ao sítio de In rainbows, clicar na imagem.

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Da janela do meu quarto…

Posted by Carlos Vaz em Outubro 17, 2007

Le Chat

Viens, mon beau chat, sur mon coeur amoureux;
Retiens les griffes de ta patte,
Et laisse-moi plonger dans tes beaux yeux,
Mêlés de métal et d’agate.

Lorsque mes doigts caressent à loisir
Ta tête et ton dos élastique,
Et que ma main s’enivre du plaisir
De palper ton corps électrique,

Je vois ma femme en esprit. Son regard,
Comme le tien, aimable bête
Profond et froid, coupe et fend comme un dard,

Et, des pieds jusques à la tête,
Un air subtil, un dangereux parfum
Nagent autour de son corps brun.

Charles Baudelaire

O Gato

Lindo gato, vem cá, vem ao meu colo;
Encolhe as unhas dessa pata,
E deixa que eu mergulhe nos teus olhos,
Um misto de metal e ágata.

Quando os meus dedos, à vontade, afagam
O dorso elástico, a cabeça,
E a mão se me inebria de prazer
No corpo eléctrico, a apalpá-lo,

Vejo a minha mulher. O seu olhar,
Tal como o teu, querido animal,
Frio e profundo, fende-nos qual dardo,

E da cabeça até aos pés
Um ar subtil, um perfume perigoso
Nadam em torno do seu corpo.

Charles Baudelaire
In “Assinar a Pele (antologia de poesia contemporânea sobre gatos)
Ed. Assírio Alvim

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Tempo

Posted by Carlos Vaz em Março 18, 2007

A passagem do tempo sempre foi um mistério, e acho que continuará a ser. Porque será que determinados momentos parecem passar tão rapidamente e outros demoram tanto. Estará isto relacionado com a percepção do prazer? Não estou totalmente convencido disso.


No início de mais uma semana em que o tempo poderá demorar a passar, face ao trabalho de final de período escolar, recorro também a uma obra de um pintor que há muito aprendi a admirar: Salvador Dalí.

Dali - Persistência da memória

A persistência da memória é a obra de Dalí que primeiro conheci. Estava estampada na capa do meu livro de Filosofia do 10º ano. Foram inúmeras as versões que fiz a esferográfica no caderno de Filosofia. Não que eu fosse um discípulo distraído, mas aquela distracção (perdão, ocupação!) ajudava-me a interiorizar os conceitos (!!!).

Para lá do significado do que se representa, estes relógios flácidos sempre representaram, para mim, a matreirice do tempo. Os relógios parecem que se estão a derreter, logo vão escoar para qualquer lugar, o que poderá dar uma sensação de passagem de tempo, embora lenta. no entanto, existe alguma rigidez na sua textura, o que leva a crer que ali ficarão. Existe, assim, uma contradição na sensação que me despertam.

Vou investigar melhor a análise de entendidos…

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Ser criança (continuar a…)

Posted by Carlos Vaz em Janeiro 17, 2007

Uma metáfora da vida, onde o que se destaca é a importância de continuar a sonhar e a manter dentro de nós o desejo de sermos crianças.

Aquarela

Toquinho

Composição: Toquinho/Vinicius de Moraes

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva

Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul

Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco navegando,
é tanto céu e mar num beijo azul

Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo
e se a gente quiser ele vai pousar

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida
De uma América a outra consigo passar num segundo
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo

Um menino caminha e caminhando chega no muro
e ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar

Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida,
depois convida a rir ou chorar

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia enfim
Descolorirá

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá)

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Recordações 1 – Perrier

Posted by Carlos Vaz em Dezembro 13, 2006

Há uns anos atrás, numa estadia em Paris, lembro-me de uma série de cartazes publicitários da água mineral Perrier, onde uma série de personagens/imagens/íncones culturais estampados numa t-shirt pareciam interagir com a água.Hoje resolvi recordar isso e fazer uma pequena colectânea, motivado por uma imagem nesta entrada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

perrier10

perrier53

 

Haddock tintin perrier

 

perrier44

perrier bobMarley

 

perrier bruceLee

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“O que vem à rede” 3 – Sambinha

Posted by Carlos Vaz em Dezembro 12, 2006

Esta é a primeira tentativa de incluir vídeo no blog.

Comecemos bem…

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Pintura sem fim.

Posted by Carlos Vaz em Novembro 8, 2006

Poderá uma pintura ter um fim em si mesma?

Pintura sem fim jpg

É uma pergunta que se pode colocar para qualquer manifestação artística, sendo que, provavelmente, as respostas não têm fim. Tudo dependerá da perspectiva individual de cada um. Mas aqui fica um exemplo sem grandes racicínios mais filosóficos.

Se alguém chegar ao fim, que me diga o que encontrou…

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