Um belo texto de José Luís Peixoto, (re)interpretado pelas imagens de vídeo de uma aluna da Covilhã.
Encontrado em http://interactic.ning.com
Publicado por Carlos Vaz em Junho 2, 2008
Um belo texto de José Luís Peixoto, (re)interpretado pelas imagens de vídeo de uma aluna da Covilhã.
Encontrado em http://interactic.ning.com
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Publicado por Carlos Vaz em Abril 16, 2008
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Publicado por Carlos Vaz em Janeiro 21, 2008
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Publicado por Carlos Vaz em Janeiro 21, 2008
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Publicado por Carlos Vaz em Dezembro 21, 2007
Algo que me chegou à caixa de correio…
O b pelo v
«Se na nossa cidade há muito quem troque o b por v, há pouco quem troque a liberdade pela servidão.»
Almeida Garrett
Maravilhas e angústias
«O Porto é o lugar onde para mim começam as maravilhas e todas as angústias.»
Sophia de Mello Breyner
Como se vinga
«O portuense não gosta de Lisboa. Não gosta da polícia. Não gosta da autoridade. Da autoridade vinga-se, desprezando-a. Da Polícia vinga-se, resistindo-lhe. De Lisboa vinga-se, recebendo os lisboetas com a mais amável hospitalidade e com a mais obsequiada bizarria.»
Ramalho Ortigão
Rir desbragadamente
«E quanto ao riso, o Porto gosta de rir e de rir com uma certa insolência: ri mais desbragadamente, mais primariamente, mais saudavelmente e com mais gosto do que Lisboa.»
Vasco Graça Moura
Regaço aberto para o rio
«Afinal, o Porto, para verdadeiramente honrar o nome que tem, é, primeiro que tudo, este largo regaço aberto para o rio, mas que só do rio se vê, ou então, por estreitas bocas fechadas por muretes, pode o viajante debruçar-se para o ar livre e ter a ilusão de que todo o Porto é a Ribeira.»
José Saramago
Uma alma de muralha
«Toda a cidade, com as agulhas dos templos, as torres cinzentas, os pátios e os muros em que se cavam escadas, varandas com os seus restos de tapetes de quarto dependurados e o estripado dos seus interiores ao sol fresco, tem toda ela uma forma, uma alma de muralha.»
Agustina Bessa Luís
Invejas
«Lisboa inveja ao Porto a sua riqueza, o seu comércio, as suas belas ruas novas, o conforto das suas casas, a solidez das suas fortunas, a seriedade do seu bem estar. O Porto inveja a Lisboa a Corte, o Rei, as Câmaras, S. Carlos e o Martinho. Detestam-se!»
Eça de Queiroz
Lição de portuguesismo
«Uma ida ao Porto é sempre uma lição de portuguesismo, tanto mais rica quanto mais raramente lá se vai. É indispensável – claro! – um mínimo de contacto reiterado com esse lar da nação para nele vermos algumas das significações latentes que enriquecem a nossa consciência de práticas.»
Vitorino Nemésio
Uma família
«O Porto não é em rigor uma cidade: é uma família. Quando algum mal o acomete, todos o sentem com a mesma intensidade; quando desejam alguma coisa, todos a desejam ao mesmo tempo. Os portuenses são tão ciosos da integridade da sua cidade, como os portugueses em geral da integridade da nação.»
João Chagas
Aspecto severo e altivo
«O Porto ergue-se em anfiteatro sobre o esteiro do Douro e reclina-se no seu leito de granito. Guardador de três províncias e tendo nas mãos as chaves dos haveres delas, o seu aspecto é severo e altivo, como o de mordomo de casa abastada.»
Alexandre Herculano

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Publicado por Carlos Vaz em Novembro 22, 2007
A. Exercício:
6 + 7 = 18
B. Análise:
A grafia do número seis está absolutamente correcta;
O mesmo se pode concluir quanto ao número sete;
O sinal operacional + indica-nos, correctamente, que se trata de uma adição;
Quanto ao resultado, verifica-se que o primeiro algarismo (1) está correctamente escrito – corresponde ao primeiro algarismo da soma pedida. O segundo algarismo pode muito bem ser entendido como um três escrito simetricamente – repare-se na simetria, considerando-se um eixo vertical!
Assim, o aluno enriqueceu o exercício recorrendo a outros conhecimentos… a sua intenção era, portanto, boa.
C. Avaliação:
Do conjunto de considerações tecidas nesta análise, podemos concluir que:
A atitude do aluno foi positiva: ele tentou!
Os procedimentos estão correctamente encadeados: os elementos estão dispostos pela ordem precisa.
Nos conceitos, só se enganou num dos seis elementos que formam o exercício, o que é perfeitamente negligenciável.
Na verdade, o aluno acrescentou uma mais-valia ao exercício ao trazer para a proposta de resolução outros conceitos estudados – as simetrias… – realçando as conexões matemáticas que sempre coexistem em qualquer exercício…
Em consequência, podemos atribuir-lhe um… ….”EXCELENTE”… E afirmar que o aluno… ” PROGRIDE ADEQUADAMENTE”!!!
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Publicado por Carlos Vaz em Novembro 14, 2007
Oscar Wilde (1854 – 1900), escritor inglês
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Publicado por Carlos Vaz em Novembro 12, 2007
Does technology really serve as a key for “better” education?
Education does not necessarily become ‘better’ in any general sense. The role and function of education changes in the world of digital media. Schools were designed when we lived in a world of little information, and it was the job of schools to present students with such information. Today, the situation is very different. We are overwhelmed by information, and the skills we need to develop have to do with being able to decide what is relevant and not, what is trustworthy and so on. To be successful, schools must focus on the skills which people need as citizens. These are not the same as those of yesterday. Information literacy is much more complex and demanding than traditional textbook literacy.
So what impact do you think digital technology has had? How has it affected the way we learn?
Digital technology has a range of effects on how we learn, remember and organise information. For instance, digital technology makes it easy to store a multitude of information in a variety of formats. The problem is knowing what information is relevant and useful for different purposes. Thus, we must learn how to organise information and how to navigate the online resources (data bases and such) that we have available to us.
A second manner in which our learning is transformed is that we have access to a wide range of tools to support us, like calculators, word processors or design programs. In various professions we can see how these have transformed daily activities: scanners in hospitals, software for bookkeeping, interactive maps etc. This implies that we know what we know because we interact with technology.
Roger Säljö
Fonte: http://www.noe-kaleidoscope.org/pub/lastnews/default-0-read1873-display
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